sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Ela me acompanha. E sempre acompanhará.

Depois de mais de um ano destruindo minha vida e dizimando minhas noites de sono, ela finalmente tornou-se minha amiga. Minha melhor amiga. E eu não guardo ressentimentos, muito pelo contrário. Se antes eu implorava ao meu travesseiro para que ela fosse embora, agora eu suplico para que permaneça ao meu lado.

Uma coisa é estar com ela quando não há esperança alguma. Mas, quando você sente que está no jogo, ah amigo, não existe coisa mais gostosa.

Só há um problema: não posso passar muito tempo com ela. Isso desgasta a relação, sabe? Chega uma hora em que começa a me incomodar. Mas depois de passar um tempinho longe, sempre volto para o contorno dos seus braços. E ela sempre me recebe com tanto carinho. É aquela com quem eu sei que sempre poderei contar, independente da situação.

Eu sei, você deve estar se perguntando quem é essa minha amiga, tão estranha e instável, que vem me acompanhando durante tanto tempo. Eu lhe digo, amigo leitor:

Saudade.

A propósito, estou batendo um papo com ela agorinha mesmo.

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