Você não sabe o que é o amor. Nunca soube.
Diz que já se apaixonou por algumas mulheres. Poucas, é verdade. Mas tudo isso é só para disfarçar essa solidão que corrompe o seu âmago, e fingir que você não derruba meio litro de lágrimas quando encosta a cabeça inquieta no travesseiro.
Você não sabe o que é o amor. Nunca soube.
Vive deixando recados terminados com ‘amo você’ e mal imagina o enorme significado que essas duas palavras trazem em suas entrelinhas. Faz gestos carinhosos e usa suas piadinhas podres e medíocres para se desviar quando o assunto é sentimento.
Você não sabe o que é o amor. Nunca soube.
Dá valor extremo à carne e à sua apreciação, mas se esquece que o que deve ser apreciado está muito além disso. Está no coração. Mas não naquele que bombeia o sangue. Naquele que bombeia a vida.
Você não sabe o que é o amor. Nunca soube.
Nunca ficou de frente com a pessoa “amada”, olhando no fundo dos seus olhos, sem dizer uma única palavra por 5 minutos, só para ver que, com ela, você não sente constrangimento algum.
Você não sabe o que é o amor. Nunca soube. Nunca saberá.
Dói, não é?
Você não sabe o quanto.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
O poder da cerveja
Até os 15 anos, o que a cerveja representava pra mim era poder. Nas reuniões de família, via meu pai e todos os meus tios virando goela abaixo aquele líquido dourado com uma espessa camada branca. Após dar um gole, cada um deles tomava as rédeas da conversa e falavam sobre diversos assuntos em vozes excessivamente altas, fazendo com que toda família ouvisse cada palavra do que eles tinham a dizer.
Comigo era exatamente o contrário. Na flor dos meus 8 anos, ao tentar dizer algo que fosse levado a sério, minha vó e as outras mulheres da família diziam algo meigo, apertavam minhas bochechas e voltavam às suas atividades anteriores. Ninguém estava realmente interessado em saber o que eu achava das coisas.
Automaticamente, liguei os fatos e pensei que a cerveja fosse um elixir que fazia sua opinião ser ouvida com respeito e atenção. Por várias vezes, tentei saborear alguns goles, mas meu pai nunca deixava eu passar da espuma. Isso me frustrava. Me deixava com um sentimento de injustiça. Por que todos os homens da família podiam tomar e usufruir daquele poder, e eu só podia tocar os lábios na espuma?
Passado um tempo, um longo tempo por sinal, tomei minha primeira cerveja. E a segunda. E a terceira. E a quarta. Até que entrei na faculdade e perdi a conta. Então, percebi: quanto mais cervejas você toma, menos poder de opinião você tem, pois as chances de estar caído no chão do bar são muitas. E isso, definitivamente, não lhe dá voz para nada.
Comigo era exatamente o contrário. Na flor dos meus 8 anos, ao tentar dizer algo que fosse levado a sério, minha vó e as outras mulheres da família diziam algo meigo, apertavam minhas bochechas e voltavam às suas atividades anteriores. Ninguém estava realmente interessado em saber o que eu achava das coisas.
Automaticamente, liguei os fatos e pensei que a cerveja fosse um elixir que fazia sua opinião ser ouvida com respeito e atenção. Por várias vezes, tentei saborear alguns goles, mas meu pai nunca deixava eu passar da espuma. Isso me frustrava. Me deixava com um sentimento de injustiça. Por que todos os homens da família podiam tomar e usufruir daquele poder, e eu só podia tocar os lábios na espuma?
Passado um tempo, um longo tempo por sinal, tomei minha primeira cerveja. E a segunda. E a terceira. E a quarta. Até que entrei na faculdade e perdi a conta. Então, percebi: quanto mais cervejas você toma, menos poder de opinião você tem, pois as chances de estar caído no chão do bar são muitas. E isso, definitivamente, não lhe dá voz para nada.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Bom dia
Mais uma vez, acordei cedo em um domingo, com o som insuportável da trilha sonora de meu vizinho. Se fosse um dia normal, eu até poderia quebrar a rotina e tocar a campainha da casa ao lado para dar umas cacetadas nele.
Mas não era.
O que me impediu de fazer um “favor” para a humanidade foi o calor que senti ao me espreguiçar e deslocar o braço para a minha esquerda.
Ela estava lá.
E o melhor: ainda estava dormindo. Até aquele momento, não havia a visto assim e, embora ela seja uma criatura adorável enquanto acordada, vê-la inspirando e expirando, profunda e tranquilamente, foi uma das sensações mais magníficas que eu tive em toda a minha vida.
Com a janela entreaberta, um feiche de luz atravessava todo o quarto e repousava em seu corpo, dando-lhe um aspecto mais angelical do que o comum. Então, passei os dedos entre seus cabelos, em busca de uma visão melhor de seu rosto fino e delicado, de uma feminilidade jamais vista.
Naquele momento, percebi: eu era um homem de sorte.
E essa sensação só aumentou quando ela virou o corpo para mim e abriu os olhos. Acho que não poderei reproduzir em simples palavras a imagem que presenciei nesse instante, mas posso dizer que, ao contrário de grande maioria das mulheres, ela não perde uma gota de seu charme quando desperta. Pelo contrário, os olhos apertados e os cabelos desarrumados lhe dão um toque especial que maquiagem alguma poderia executar.
Com o olhar voltado diretamente para os meus olhos, ela deu um sorriso sem mostrar os dentes, voltou a baixar as pálpebras e me abraçou, escondendo seu rosto em meu pescoço.
Então, enchi os pulmões com todo aquele ar sentimental e lhe disse:
- Bom dia.
Muitos dizem que ‘eu te amo’ não é ‘bom dia’. Mas, se ela continuar a acordar do meu lado, eu tenho certeza que será.
Mas não era.
O que me impediu de fazer um “favor” para a humanidade foi o calor que senti ao me espreguiçar e deslocar o braço para a minha esquerda.
Ela estava lá.
E o melhor: ainda estava dormindo. Até aquele momento, não havia a visto assim e, embora ela seja uma criatura adorável enquanto acordada, vê-la inspirando e expirando, profunda e tranquilamente, foi uma das sensações mais magníficas que eu tive em toda a minha vida.
Com a janela entreaberta, um feiche de luz atravessava todo o quarto e repousava em seu corpo, dando-lhe um aspecto mais angelical do que o comum. Então, passei os dedos entre seus cabelos, em busca de uma visão melhor de seu rosto fino e delicado, de uma feminilidade jamais vista.
Naquele momento, percebi: eu era um homem de sorte.
E essa sensação só aumentou quando ela virou o corpo para mim e abriu os olhos. Acho que não poderei reproduzir em simples palavras a imagem que presenciei nesse instante, mas posso dizer que, ao contrário de grande maioria das mulheres, ela não perde uma gota de seu charme quando desperta. Pelo contrário, os olhos apertados e os cabelos desarrumados lhe dão um toque especial que maquiagem alguma poderia executar.
Com o olhar voltado diretamente para os meus olhos, ela deu um sorriso sem mostrar os dentes, voltou a baixar as pálpebras e me abraçou, escondendo seu rosto em meu pescoço.
Então, enchi os pulmões com todo aquele ar sentimental e lhe disse:
- Bom dia.
Muitos dizem que ‘eu te amo’ não é ‘bom dia’. Mas, se ela continuar a acordar do meu lado, eu tenho certeza que será.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Ela me acompanha. E sempre acompanhará.
Depois de mais de um ano destruindo minha vida e dizimando minhas noites de sono, ela finalmente tornou-se minha amiga. Minha melhor amiga. E eu não guardo ressentimentos, muito pelo contrário. Se antes eu implorava ao meu travesseiro para que ela fosse embora, agora eu suplico para que permaneça ao meu lado.
Uma coisa é estar com ela quando não há esperança alguma. Mas, quando você sente que está no jogo, ah amigo, não existe coisa mais gostosa.
Só há um problema: não posso passar muito tempo com ela. Isso desgasta a relação, sabe? Chega uma hora em que começa a me incomodar. Mas depois de passar um tempinho longe, sempre volto para o contorno dos seus braços. E ela sempre me recebe com tanto carinho. É aquela com quem eu sei que sempre poderei contar, independente da situação.
Eu sei, você deve estar se perguntando quem é essa minha amiga, tão estranha e instável, que vem me acompanhando durante tanto tempo. Eu lhe digo, amigo leitor:
Saudade.
A propósito, estou batendo um papo com ela agorinha mesmo.
Uma coisa é estar com ela quando não há esperança alguma. Mas, quando você sente que está no jogo, ah amigo, não existe coisa mais gostosa.
Só há um problema: não posso passar muito tempo com ela. Isso desgasta a relação, sabe? Chega uma hora em que começa a me incomodar. Mas depois de passar um tempinho longe, sempre volto para o contorno dos seus braços. E ela sempre me recebe com tanto carinho. É aquela com quem eu sei que sempre poderei contar, independente da situação.
Eu sei, você deve estar se perguntando quem é essa minha amiga, tão estranha e instável, que vem me acompanhando durante tanto tempo. Eu lhe digo, amigo leitor:
Saudade.
A propósito, estou batendo um papo com ela agorinha mesmo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sobre autoajuda e picaretagem.
Sempre tive uma certa repulsa por textos de autoajuda. Acho eles muito forçados, sei lá. A começar pelo nome. Se uma pessoa participa de um processo de autoajuda, não deveria receber conselhos de outra pessoa. Autoajuda, certo?
Outra coisa são as analogias bizarras que os autores dessas pérolas da literatura fazem. Utilizam-se de elementos totalmente absurdos para se chegar a uma conclusão mais absurda ainda. Esses dias recebi um e-mail com aqueles Power Points tosquíssimos, com imagens “motivadoras” ou “emotivas” que acompanham um textinho medíocre escrito em Comic Sans. Nos primeiros slides, desenrolava-se uma história sobre casal de namorados que encontravam um filhote de cachorro no meio da estrada. No final, já estava lhe dando uma lição sobre conseguir alcançar suas metas e blá blá blá.
WTF?!
Imaginem a inúmera quantidade de bizarrices existentes entre o primeiro slide e o último para que houvesse uma ligação entre os dois casos.
E aquelas palestras motivacionais em empresas então? Tem coisa pior do que um babaca, que só está lá porque é famoso ou deu alguma sorte na vida, falando um monte de asneiras do tipo “Vocês conseguem!” “Nada é impossível se você tiver força de vontade!”? Ah, faça-me o favor! Se for para falar besteiras como essas, me paguem a metade do que pagam a esses figuras e eu faço a mesma coisa. E ainda distribuo pirulitos no final do discurso.
Resumindo:
Se você precisa de ajuda, vá conversar com sua família ou seus amigos. Esses, sim, querem o seu bem. Agora, gente que ganha dinheiro para ajudar os outros só ajuda a si mesmo. R.R. Soares & Companhia que o digam.
Mas isso fica para outra oportunidade.
P.S: qualquer semelhança desse texto com algum texto de autoajuda é mera coincidência. Ou não.
Outra coisa são as analogias bizarras que os autores dessas pérolas da literatura fazem. Utilizam-se de elementos totalmente absurdos para se chegar a uma conclusão mais absurda ainda. Esses dias recebi um e-mail com aqueles Power Points tosquíssimos, com imagens “motivadoras” ou “emotivas” que acompanham um textinho medíocre escrito em Comic Sans. Nos primeiros slides, desenrolava-se uma história sobre casal de namorados que encontravam um filhote de cachorro no meio da estrada. No final, já estava lhe dando uma lição sobre conseguir alcançar suas metas e blá blá blá.
WTF?!
Imaginem a inúmera quantidade de bizarrices existentes entre o primeiro slide e o último para que houvesse uma ligação entre os dois casos.
E aquelas palestras motivacionais em empresas então? Tem coisa pior do que um babaca, que só está lá porque é famoso ou deu alguma sorte na vida, falando um monte de asneiras do tipo “Vocês conseguem!” “Nada é impossível se você tiver força de vontade!”? Ah, faça-me o favor! Se for para falar besteiras como essas, me paguem a metade do que pagam a esses figuras e eu faço a mesma coisa. E ainda distribuo pirulitos no final do discurso.
Resumindo:
Se você precisa de ajuda, vá conversar com sua família ou seus amigos. Esses, sim, querem o seu bem. Agora, gente que ganha dinheiro para ajudar os outros só ajuda a si mesmo. R.R. Soares & Companhia que o digam.
Mas isso fica para outra oportunidade.
P.S: qualquer semelhança desse texto com algum texto de autoajuda é mera coincidência. Ou não.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Quem é você?
- Oi. Quem é você?
- O quê?
Ela deu um sorriso tímido e voltou a me perguntar o que eu achei que tinha entendido errado:
- Quem é você?
A princípio, achei que fosse uma daquelas pessoas que ficam parando você na rua para fazer perguntas sem pé, nem cabeça, e depois pegam seu telefone para, mais tarde, ligar e tentar vender alguma coisa qualquer. Mas a singelidade daquela miúda, e até que simpática, moça não me deixou sustentar tal afirmação. Fiquei meio confuso e perguntei:
- Desculpa, a gente se conhece?
Novamente, seus lábios se abriram e aquele sorriso cheio de vergonha preencheu seu rosto redondo, dessa vez, fazendo um movimento negativo, não de reprovação, mas de ingenuidade.
- Não, por isso mesmo estou perguntando. Quem é você?
Eu queria, simplesmente, virar as costas e ir embora, mas algo, que até hoje eu não sei o que foi, me fez ficar ali. Parado. Na avenida mais movimentada de São Paulo. Parado. Esperando por uma explicação para aquele diálogo totalmente non-sense.
- Mas...por que você quer saber? – perguntei em tom desconfiado
Ela deu com os ombros e seu rosto tomou uma expressão de estranheza que, particularmente, achei adorável.
- Por nada, ué. Vi você passando e resolvi perguntar.
Antes que eu pudesse reagir ao último comentário da pequena e meiga moça, que devia estar no auge dos seus 20 anos, tinha longos cabelos pretos, olhos amendoados e uma pele mais branca do que os próprios dentes, ela colocou as mãos na cintura e, com um tom agressivo, que fazia parecer que eu é quem havia abordado ela, me indagou:
- Afinal, quem é você, hein?!
Paralisado com a situação, não pude dizer sequer uma palavra. Ela ali, parada, marcando o ritmo da sua indignação com o pé direito, e eu não conseguia mover um dedo, quanto mais responder àquela pergunta tão estranha. Percebendo a minha condição estática, deixou evidenciar uma expressão de decepção, virou as costas e saiu andando numa velocidade razoável, como se quisesse se afastar rápido, mas sem perder a elegância.
Enquanto a desconhecida moça se afastava, aos poucos fui me recompondo e uma força maior me fez interromper o silêncio dos últimos 5 minutos:
- Espera! Por favor, desculpa!
Mas já era tarde demais, a curiosa já havia dobrado a esquina e saído do meu campo de visão.
O que me restava era ir embora com aquela situação em mente. Ao chegar em casa, como de praxe, não havia ninguém. Tirei os sapatos, deitei na cama e fiquei olhando para o teto. Aquela pergunta rondava os meus pensamentos: “Quem é você?”. Por um momento, fiquei arrependido de não ter respondido à pergunta daquela pequena. Pensei:
- Ora, e eu lá devo satisfação para uma desconhecida que me aborda no meio da rua?
Apaguei as luzes e me reclinei para dormir, mas não conseguia. Não podia.
No final das contas, o que me incomodou nem foi não ter respondido a pergunta à moça. Foi não ter perguntado isso à ela.
- O quê?
Ela deu um sorriso tímido e voltou a me perguntar o que eu achei que tinha entendido errado:
- Quem é você?
A princípio, achei que fosse uma daquelas pessoas que ficam parando você na rua para fazer perguntas sem pé, nem cabeça, e depois pegam seu telefone para, mais tarde, ligar e tentar vender alguma coisa qualquer. Mas a singelidade daquela miúda, e até que simpática, moça não me deixou sustentar tal afirmação. Fiquei meio confuso e perguntei:
- Desculpa, a gente se conhece?
Novamente, seus lábios se abriram e aquele sorriso cheio de vergonha preencheu seu rosto redondo, dessa vez, fazendo um movimento negativo, não de reprovação, mas de ingenuidade.
- Não, por isso mesmo estou perguntando. Quem é você?
Eu queria, simplesmente, virar as costas e ir embora, mas algo, que até hoje eu não sei o que foi, me fez ficar ali. Parado. Na avenida mais movimentada de São Paulo. Parado. Esperando por uma explicação para aquele diálogo totalmente non-sense.
- Mas...por que você quer saber? – perguntei em tom desconfiado
Ela deu com os ombros e seu rosto tomou uma expressão de estranheza que, particularmente, achei adorável.
- Por nada, ué. Vi você passando e resolvi perguntar.
Antes que eu pudesse reagir ao último comentário da pequena e meiga moça, que devia estar no auge dos seus 20 anos, tinha longos cabelos pretos, olhos amendoados e uma pele mais branca do que os próprios dentes, ela colocou as mãos na cintura e, com um tom agressivo, que fazia parecer que eu é quem havia abordado ela, me indagou:
- Afinal, quem é você, hein?!
Paralisado com a situação, não pude dizer sequer uma palavra. Ela ali, parada, marcando o ritmo da sua indignação com o pé direito, e eu não conseguia mover um dedo, quanto mais responder àquela pergunta tão estranha. Percebendo a minha condição estática, deixou evidenciar uma expressão de decepção, virou as costas e saiu andando numa velocidade razoável, como se quisesse se afastar rápido, mas sem perder a elegância.
Enquanto a desconhecida moça se afastava, aos poucos fui me recompondo e uma força maior me fez interromper o silêncio dos últimos 5 minutos:
- Espera! Por favor, desculpa!
Mas já era tarde demais, a curiosa já havia dobrado a esquina e saído do meu campo de visão.
O que me restava era ir embora com aquela situação em mente. Ao chegar em casa, como de praxe, não havia ninguém. Tirei os sapatos, deitei na cama e fiquei olhando para o teto. Aquela pergunta rondava os meus pensamentos: “Quem é você?”. Por um momento, fiquei arrependido de não ter respondido à pergunta daquela pequena. Pensei:
- Ora, e eu lá devo satisfação para uma desconhecida que me aborda no meio da rua?
Apaguei as luzes e me reclinei para dormir, mas não conseguia. Não podia.
No final das contas, o que me incomodou nem foi não ter respondido a pergunta à moça. Foi não ter perguntado isso à ela.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
A antiga vontade de inauguração.
Crônicas, contos, relatos cotidianos ou, simplesmente, besteiras. O que, antes, eu guardava apenas para mim, resolvi compartilhar.
Espero que gostem.
Espero que gostem.
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